Uma criação de Nadina Soares, com Gabriella Modesto. Produção de Marta de Baptista apresentam:
O corpo não deve viver em conformidade com a posição que lhe é oferecida pela sociedade se essa não for a sua escolha. Há uma voz, uma vontade de se expressar. Durante muito tempo as mulheres utilizavam as chamadas “artes domésticas” como forma de se expressarem; nem sempre a sua voz era ouvida e tida em consideração. Através de ações repetitivas, intermináveis e sem finalidade útil, que culminam na materialização das limitações impostas ao corpo feminino são, inevitavelmente, estabelecidos diálogos entre o ato e o espaço expositivo, a introspecção e a autoexposição, a vitalidade e a ausência.
20 de abril de 2019
Carolina Ribeiro